Garantias? A vida não te dá nenhuma! Ou você arrisca tudo, ou terá que conviver com arrependimentos. Arrependimentos que te farão sentir-se cada vez menor diante do tempo que passou, do tempo que corre no relógio e do tempo futuro, este, sobre o qual você não terá nenhum controle.
É, viver parece meio ingrato, às vezes complicado, mas, acima de tudo, uma aventura que deve ser encarada de frente. Sem medo.
Viver sem responsabilidades? Jamais! Sugiro que você viva bem. Fazendo o que gosta. Com quem gosta. Tome banho de chuva. Tire aquele cochilo depois do almoço. Ouça várias vezes a mesma música. Escreva cartas. Ligue para alguém que você não fala há anos, mas que um dia já foi importante na sua vida. Leia bons livros. Assista bons filmes. Viaje...
Parece simples né? Mas quantas dessas coisas podemos ou temos realmente tempo para fazer?
É contra o tempo que corremos. É contra o tempo que lutamos. E é para o tempo que perdemos... Perdemos a oportunidade de apreciarmos o simples, de observar os detalhes. A vida não nos dá uma receita. Teremos que arriscar, sempre!
Mas se pudéssemos escolher, ou se tivéssemos garantias, talvez a escolha seria esta, controlar o tempo!
porque sinceramente, eu sou diferente. Nem melhor, nem pior, apenas diferente...
"E eu não espero que me vejam por dentro, desejo apenas que não me julguem pelo que veem por fora." (Monalisa Macedo)
sábado, 1 de novembro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
O que você quer levar da vida?
Os ponteiros acusam: a hora escorre pelos dedos. A terra gira mais rápido. As folhinhas do calendário viram depressa demais. Quando percebemos, no meio do caos que nos rodeia, estamos com um plano inacabado,com a ansiedade no colo e uma lista interminável de insatisfação nas mãos.
O resultado? Ansiedade! E uma aflição no peito que não nos deixa parar... Queremos ser mais rápidos. Mais produtivos. Mais felizes. Mais jovens. Mais conectados. Queremos ser mais sempre!!!
A verdade é que não há nada de errado em se aperfeiçoar, muito menos em querer ser melhor. A vontade vira problema quando nos tornamos vítimas da nossa própria pressa. E a ansiedade, ao invés de mola, se torna fardo diário na vida da gente. Estou errada?
Creio que não. Tudo ficou “fast”, gostando ou não do termo. O novo se torna obsoleto em questão de meses. Surgem versões atrás de versões, “upgrades” diários, tanta novidade que a memória não consegue lembrar o número do nosso próprio telefone.
E a gente passa a vida correndo. Calculando. Somando. Tentando... Esquecendo que, no fundo, a vida é um grande clichê e as coisas que, realmente, fazem diferença são muito simples.
Anos atrás, conheci um vendedor de picolé na praia enquanto ele fazia seu habitual trajeto de venda. O dia estava lindo, o mar tinha uma cor verde-esmeralda incrível e ele perguntou, bem de repente, enquanto eu admirava a paisagem:
– Menina, no fim, o que a gente leva dessa vida?
Fiquei sem saber o que responder, afinal não estava preparada para uma pergunta daquelas. E ele mesmo respondeu, com aquele ar de quem está apenas pensando alto:
– É, a gente só leva lembranças...
Pronto! Dez anos de terapia poupados. Não quero levar dessa vida uma lembrança que inclui cara feia, trânsito infernal, buzina, palavrão, correria e uma pressa desvairada.
Não, não quero. Não quero faltar aniversários, encontros com amigos, esquecer abraços, me faltar como pessoa por pura ausência de tempo.Quero levar como lembrança todas as coisas simples que eu considero essenciais: amores, risos, beijos, abraços, alegrias, realizações, palavras. E aquele sentimento de que não vivemos e, sim, desfrutamos a vida. É... E para desfrutá-la não pode existir pressa.
Autora: Fernanda Mello
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
sábado, 16 de agosto de 2014
Quase...
Eu estava ali quase esquecendo o que dói. Quase conformada com a minha condição.
De repente uma notícia me sobrevêm.
Fico eufórica, animada e feliz...
Então como uma pequena chama em meio a uma floresta escura, a esperança se acende dentro de mim... Mas no mesmo instante a chama é apagada com uma fina chuva que cai sem avisar... E eu me vejo novamente só em meio ao frio e a escuridão.
E foi assim que eu quase vi as coisas começarem a mudar...
De repente uma notícia me sobrevêm.
Fico eufórica, animada e feliz...
Então como uma pequena chama em meio a uma floresta escura, a esperança se acende dentro de mim... Mas no mesmo instante a chama é apagada com uma fina chuva que cai sem avisar... E eu me vejo novamente só em meio ao frio e a escuridão.
E foi assim que eu quase vi as coisas começarem a mudar...
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
domingo, 3 de agosto de 2014
Questões
"Acaso pode a coisa formada dizer ao que formou por que me fizestes assim?" (Romanos 9:20)
Por quê me fizestes tão fiel e tão traída?
Por quê me fizestes tão verdadeira e tão difamada?
Por quê me fizestes tão forte e tão sofrida?
Por quê me fizestes tão espontânea e tão desprezada?
Por quê me fizestes tão sonhadora e tão perseguida?
Por quê me fizestes tão alegre e tão triste?
Por quê me fizestes para amar, se o tal amor parece não me encontar?
Como posso me aborrecer com os amigos por não confiarem em mim ou por não fazerem àquilo que pedi? Quando sinto que até Deus tem agido da mesma forma?
Por quê me fizestes tão fiel e tão traída?
Por quê me fizestes tão verdadeira e tão difamada?
Por quê me fizestes tão forte e tão sofrida?
Por quê me fizestes tão espontânea e tão desprezada?
Por quê me fizestes tão sonhadora e tão perseguida?
Por quê me fizestes tão alegre e tão triste?
Por quê me fizestes para amar, se o tal amor parece não me encontar?
Como posso me aborrecer com os amigos por não confiarem em mim ou por não fazerem àquilo que pedi? Quando sinto que até Deus tem agido da mesma forma?
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